sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Policial civil baleado em tentativa de assalto na Av. Fleming morre em hospital

Policial civil baleado em tentativa de assalto na Av. Fleming morre em hospital

O investigador estava internado em estado gravíssimo desde terça-feira, quando ocorreu o crime. Um dos suspeitos foi preso nesta quinta-feira

postado em 08/09/2016 18:16 / atualizado em 08/09/2016 22:31
O investigador da Polícia Civil que estava internado em estado gravíssimo após ser baleado na cabeça na noite dessa terça-feira, durante um assalto na Avenida Fleming, no Bairro Ouro Preto, Região da Pampulha, morreu nesta quinta-feira. Vinícius de Morais Mendes, de 29 anos, teve morte encefálica confirmada pelo hospital Odilon Behrens, no fim da tarde. Pouco tempo depois de anunciar a morte do policial, a Polícia Civil confirmou a prisão de um dos suspeitos de cometer o crime.

A família do investigador, assim que soube da confirmação da sua morte, optou pela doação de seus órgãos, segundo a Polícia Civil. Um dos suspeitos do crime foi preso nesta quinta-feira em Belo Horizonte. O homem, que não teve o nome divulgado, foi encaminhado para a Delegacia de Plantão Noroeste. Detalhes sobre a prisão serão repassados durante entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira.

O crime ocorreu na terça-feira. O policial estava de folga com a namorada, na Pampulha, quando dois criminosos anunciaram o assalto, conforme o boletim de ocorrência. Vinícius pediu à namorada que corresse e, quanto se escondia em outra rua, foi baleado na cabeça. O policial ainda levou outros dois tiros, segundo informações de um vigia. Os homens teriam percebido que a vítima estava armada, e, após os disparos, levaram a arma do investigador. A namorada não foi ferida.

A Polícia Civil de Minas Gerais informou que está trabalhando de maneira ininterrupta na identificação e captura de todos os responsáveis pelo crime. O caso será investigado, inicialmente, como latrocínio – roubo seguido de morte. A chefe do Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa, Cristina Cicarelli, ressalta o intenso trabalho de inteligência empregado nas investigações. RB

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