segunda-feira, 24 de abril de 2017

DEPUTADO SUBTENENTE GONZAGA É HOMENAGEADO NO JUBILEU DE OURO DA ASPRA





 FOTOS: JORNALISTA ANA PAULA

Os 50 anos de fundação da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (ASPRA PM/BM) foram celebrados na noite desta quinta-feira, 20 de abril, em Belo Horizonte. Em uma cerimônia festiva, a Associação promoveu a CERIMÔNIA DE ENTREGA DA MEDALHA DO CINQUENTENÁRIO DA ASPRA, que agraciou mais de 70 personalidades.

O deputado Subtenente Gonzaga foi um dos homenageados e ressaltou que, ao completar 50 anos de fundação, a ASPRA se consolida como uma importante referência de representação da Classe dos militares, de espaço de lazer e de defesa dos direitos individuais e coletivos de seus associados. "Fico feliz de ver os ideais de nossos valorosos Sargentos que, em 1967 tiveram a ousadia de criar o Clube dos Sargentos, estarem respeitados e fortalecidos pela Gestão Novo Tempo, sob a Presidência do competente Sargento Bahia. Sinto-me uma testemunha privilegiada por fazer parte desta história vitoriosa", disse o deputado Subtenente Gonzaga.

Em seu discurso, o Presidente da ASPRA, Sargento Bahia, agradeceu à família militar por ter acreditado na Gestão Novo Tempo e também aos nobres companheiros de farda, que com orgulho servem a Gloriosa Polícia Militar de Minas Gerais e o Glorioso Corpo de Bombeiros Militar. “Cumprimento a todos aqui presentes e aos que não puderam comparecer para jubilar conosco, mas que também fazem parte dessa cerimônia festiva. Sinto-me feliz em poder me expressar neste momento tão importante na história da Associação dos Praças de Minas Gerais”, disse o presidente.

Sargento Bahia fez um resgate da história da Associação, destacando a diligência dos primeiros defensores desta causa, inicialmente lutando pela implantação e consolidação do Clube dos Sargentos, nos anos de 1960. “Esses audazes sargentos fizeram surgir uma das mais importantes associações de militares deste país. Nestas 05 décadas de existência, a ASPRA se pautou pela luta incansável, pela representação classista, pelo lazer e pela assistência jurídica de qualidade. Esta instituição cresceu e conta atualmente com mais de 17 mil associados, 23 diretorias regionais e mais de 50 escritórios de advocacia em Minas Gerais. Graças ao trabalho dos bravos guerreiros, em 1997, o então Clube dos Subtenentes e Sargentos se transforma em Associação dos Subtenentes e Sargentos. Em 1998, a nomenclatura adotada foi a de Associação dos Subtenentes, Sargentos, Cabos e Soldados (ASCAS). Posteriormente, em 1999, cria-se a Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares (Aspra), sendo a primeira entidade a estar credenciada para a defesa de classe”.

O presidente também deixou registrado a sua preocupação com o atual momento que perpassa nosso país. “Se na fundação da nossa associação tínhamos um modelo político fragilizado pela falta de democracia interna nas corporações militares, ainda hoje temos um modelo político falido. Com tais indagações, faço as seguintes conclusões: a Democracia, aqui considerada como instrumento fundamental para a garantia de direitos, é perigosamente ameaçada. O papel parasitário da política e das instituições democráticas e um generalizado descrédito da classe política, atestados pelas taxas cada vez mais baixas de popularidade dos partidos, de seus líderes e das próprias instituições representativas, servem de advertência para nossos militares”.

Fonte: Assessoria do Deputado Subtenente Gonzaga
Créditos/fotos: Jornalista Ana Paula Soares.

MORRE O CANTOR JERRY ADRIANI - UM ICONE DA "JOVEM GUARDA"

Fonte: G1.
O cantor Jerry Adriani, ídolo da Jovem Guarda, morreu às 15h30 deste domingo (23), aos 70 anos, no Rio. Ele enfrentava um câncer e estava internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste.
A família confirmou a morte do artista ao G1 por telefone. Recentemente, Jerry Adraini havia sofrido uma trombose em uma das pernas. O corpo do cantor será velado no Cemitério Francisco Xavier, no Caju, Zona Portuária do Rio, na manhã desta segunda-feira. O enterro será às 17h, no mesmo cemitério.
Ícone da Jovem Guarda, Jair Alves de Souza nasceu em 29 do janeiro de 1947, no bairro do Brás, em São Paulo.
Adotou o nome artístico de Jerry Adriani quando começou sua carreira como cantor, em 1964. O primeiro disco foi "Italianíssimo", quando cantava músicas em italiano, algo que seguiu fazendo em toda a carreira.
Em 1965, o cantor passou a gravar em português, com músicas reunidas no disco "Um grande amor".
Jerry Adriani em foto de 29/10/2012 (Foto: Divulgação) Jerry Adriani em foto de 29/10/2012 (Foto: Divulgação)
Jerry Adriani em foto de 29/10/2012 (Foto: Divulgação)

Carreira na TV e no cinema

Também na década de 1960, Jerry virou apresentador do programa “Excelsior a Go Go”, da TV Excelsior. O programa coapresentado por Luiz Aguiar era um musical com apresentações de artistas como Os Vips, Os Incríveis e Cidinha Santos.
Outro programa musical que ele comandou foi "A grande parada", no ar pela TV Tupi em 1967 e 1968. Ele era um dos apresentadores ao lado de Neyde Aparecida, Zélia Hoffmann, Betty Faria e Marilia Pera.
Além da TV, Jerry se aventurou pelo cinema. Ele cantou e atuou em “Essa gatinha a minha” (com Peri Ribeiro e Anik Malvil); “Jerry, A grande parada”; e “Jerry em busca do tesouro” (com Neyde Aparecida e os Pequenos Cantores da Guanabara).
Jerry Adriani e Restart se apresentam no 'Som Brasil' que homenageia a Jovem Guarda em 24/04/2012 (Foto: TV Globo/Matheus Cabral) Jerry Adriani e Restart se apresentam no 'Som Brasil' que homenageia a Jovem Guarda em 24/04/2012 (Foto: TV Globo/Matheus Cabral)
Jerry Adriani e Restart se apresentam no 'Som Brasil' que homenageia a Jovem Guarda em 24/04/2012 (Foto: TV Globo/Matheus Cabral)

Parceria com Raul Seixas

Jerry Adriani também aproveitou de sua fama para dar apoio a novos artistas. Ele, por exemplo, foi um dos primeiros a incentivar um então pouco conhecido Raul Seixas.
Raulzito e os Panteras atuaram como banda de apoio de Jerry por três anos. O cantor gravou músicas de Raul (”Tudo que é bom dura pouco”, “Tarde demais” e “Doce doce amor”) e foi produzido pelo maluco beleza entre 1969 e 1971.
Depois da TV e do cinema, Jerry tentou a sorte no teatro. Em 1975, participou do musical “Brazilian Follies”, tendo ficado um ano e meio em cartaz.
Após essa experiência, ele seguiu fazendo shows e gravando discos. Em 1985, lançou "Tempos Felizes", com regravações dos tempos de Jovem Guarda.
No inicio da década de 1990, Jerry se dedicou a um disco sobre as origens do rock, com o nome "Elvis Vive". Em 1994, participou da novela “74.5 uma onda no ar”, exibida pela TV Manchete. Um ano depois, fez shows para comemorar os 30 anos da Jovem Gurda e participou como convidado especial de uma coletânea do estilo.
Em 1996, voltou à música italiana, com o disco CD “IO”. Em 1997, teve duas músicas em trilhas de novelas da Globo. "Engenho" fez parte da trilha de "A indomada", e “Con te partiró", dueto com a italiana Mafalda Minnozzi, foi parar na trilha de "Zazá".

Versões de Legião Urbana

Também na década de 1990, saiu o disco "Forza Sempre" (1999). O trabalho tinha apenas músicas da Legião Urbana regravadas em italiano.
Foi um dos maiores sucessos da carreira de Jerry Adriani desde os tempos da Jovem Guarda. De acordo com o site oficial do cantor, bateu a marca de 200 mil cópias. De quebra, "Santa Luccia Luntana" foi bastante tocada na novela "Terra Nostra".
O primeiro DVD da carreira foi gravado em 2007, no Canecão, no Rio. “Jerry Adriani Acústico Ao Vivo” trouxe sucessos e inéditas em formato acústico. Em 2011, lançou o CD “Pop, Jerry & Rock”, incluindo homenagem para Raul Seixas e Tim Maia na música “2012”. A ideia de cantar outros ícones da músicas brasileira e do rock rendeu ainda o show “Jerry toca Raul & Elvis”.
Em 2014, Jerry Adriani completou 50 anos de carreira. Ele seguia em turnê pelo Brasil.
Jerry Adriani mandou mensagem aos fãs quando foi internado (Foto: Reprodução/Facebook) Jerry Adriani mandou mensagem aos fãs quando foi internado (Foto: Reprodução/Facebook)
Jerry Adriani mandou mensagem aos fãs quando foi internado (Foto: Reprodução/Facebook)

sexta-feira, 21 de abril de 2017

21 DE ABRIL - TIRADENTES E A INCONFIDÊNCIA MINEIRA - SOLENIDADE EM OURO PRETO.

O mineiro Tiradentes, considerado herói nacional, lutou não só em favor de Minas, mas também pela independência do Brasil, num período em que não haviam direitos e que o Brasil sofria o domínio e a exploração de Portugal. O dia 21 de abril é lembrado até os dias de hoje, considerado um feriado nacional e celebrado de diversas formas nos municípios brasileiros, principalmente nas cidades mineiras que foram cenários para os acontecimentos que envolveram a revolta dos Inconfidentes.
Tiradentes é o nome pelo qual o cidadão mineiro Joaquim José da Silva Xavier era conhecido no final do século XVIII, depois de exercer uma de suas inúmeras profissões (tais como mascate, minerador, farmacêutico, técnico em reconhecimento de terrenos e na exploração dos seus recursos, dentre outros), assim como o apelido prenuncia, a profissão de dentista. Filho de um homem português com uma mulher brasileira, era o quarto de sete irmãos. Nascido em 1746, no distrito de Pombal, município atualmente conhecido como Tiradentes. O nome da cidade surgiu em homenagem ao considerado mártir da Inconfidência Mineira.
Tiradentes perdeu os pais e também todos os bens em função de dívidas contraídas pela família, ainda criança, por isso ficou sob a tutela de um padrinho e cresceu em Ouro Preto, na época, século XVIII, conhecida como Vila Rica. Com os conhecimentos que adquiriu em uma de suas profissões, a de minerador, foi se aproximando do governo na forma de prestador de serviço, o que resultou em seu alistamento em 1780 na tropa da capitania de Minas Gerais. Na tropa mostrou inteligência e competência nos trabalhos concedidos a ele, o que levou a ser promovido a alferes (hoje reconhecido como posto de oficial), fazendo parte do regimento militar dos Dragões de Minas Gerais. Tal reconhecimento e trabalho o levaram a se relacionar com grande parte da aristocracia mineira, poetas, advogados e intelectuais que eram descrentes no Estado soberano e compunham o movimento da Inconfidência Mineira. Entre os mais importantes Inconfidentes estavam militares, escritores de renome, poetas famosos, magistrados e sacerdotes, como: José Álvaro Maciel, José da Silva Rolim, Inácio de Alvarenga Peixoto, Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, Domingos Vidal Barbosa, Domingos de Abreu Vieira, Francisco Antônio de Oliveira Lopes, dentre outros além de Tiradentes. Este movimento visava a emancipação de Minas e também a libertação do Brasil da exploração da metrópole, Portugal. Isto fica claro em um dos relatos históricos colocados por Gerson Brasil em um de seus livros:
A Inconfidência não pretendia apenas libertar Minas e o Brasil do jugo da Metrópole. Queria – e isto é o que precisa ficar bem claro – formar aqui uma grande nação republicana, com suas indústrias e possuindo um corpo de leis moderníssimas, de acordo com os postulados revolucionários que agitavam a França e por influência inglesa e francesa tinham já sido vitoriosos nos Estados Unidos”.
Os relatos constatam que Tiradentes possuía boa capacidade oratória e, também por isso, começa a fazer parte do movimento de emancipação mineira e brasileira planejando um protesto pelas ruas da então Vila Rica. Os Inconfidentes planejaram este ato de manifestação pública no mesmo dia em que o governo pretendia estabelecer a derrama, nome dado a um imposto cobrado pela coroa portuguesa para garantir uma arrecadação de ouro satisfatória de acordo com os padrões reais portugueses. Isso seria mais um fator que viria a contribuir para a força e organização do movimento dos Inconfidentes, que foi delatado, neste mesmo dia em que programaram a realização do protesto, por um de seus integrantes que foi procurado e indagado por mandantes do governo e que, por possuir dívidas com a coroa portuguesa, estava sob a mercê das autoridades e acabou por denunciar as pretensões dos Inconfidentes.
Em 1789, Tiradentes e demais companheiros como Tomás Gonzaga e Alvarenga Peixoto foram presos onde esperam o julgamento que só aconteceu após três anos condenando todos eles a pena de morte. Com o apelo de D. Maria I, rainha de Portugal, e a influência do poder sócio-econômico da maioria dos componentes deste grupo que era levado em consideração pelos políticos da cidade, com exceção de Tiradentes, desprovido de benefícios sociais por sua origem simples, os demais que sobreviveram à prisão e maus tratos foram condenados ao exílio. Sendo assim, Tiradentes permaneceu com a sentença de morte, assumiu toda a culpa e responsabilidade pelo movimento que almejava a libertação de Minas e foi condenado ao enforcamento. Para conter a população e as influências lançadas pelo movimento, como forma de demonstração de ordem, poder e regulamentação da coroa, o corpo do revolucionário mineiro foi esquartejado e suas partes expostas pela cidade de Vila São José, atualmente município de Tiradentes, e outras partes expostas ao longo da Estrada Real, a mesma que levava o ouro extraído de Minas até a cidade do Rio de Janeiro. Uma curiosidade é que Tiradentes, líder do movimento da Inconfidência Mineira, trabalhou na Estrada Real e também realizou diversos discursos pelas regiões que ela abrange, buscando adeptos às idéias e ideais e reivindicando direitos inspirados na recente independência Norte-Americana e pensamentos iluministas que influenciaram também alguns países europeus, como a França. Esses conhecimentos foram adquiridos do convívio com intelectuais e aristocratas que tiveram melhores oportunidades que ele.
De acordo com depoimentos e registros históricos, José Joaquim declarava:
Esta terra há ser um dia maior que a Nova Inglaterra! Mas as suas riquezas, sós as poderão alcançar, no dia em que nos libertarmos do jugo dos portugueses para sermos os senhores da terra que é nossa... Têm Vossas Mercês aqui todo este povo açoitado por um só homem, e nós todos a chorarmos como negros – ai, ai... E de três em três anos vem um, e leva um milhão; e os criados levam outro tanto; e como hão de passar os pobres filhos da América? Se fosse outra nação já se tinha levantado!”.

Segundo historiadores, este homem corajoso se levantou a clamar por todo o Estado de Minas Gerais, morreu pela causa: “Liberdade ainda que tardia!” e contribuiu para a transformação cultural nacional e regional, transformando um lugar desprovido de direitos sociais, desenvolvimento industrial, constituição e no qual o povo sofria com os altos impostos cobrados pela metrópole, em uma república onde reina a liberdade por mais de um século.
Em Minas será celebrada, mais uma vez, a data que marcou o início do sonho da liberdade nacional e regional, embrionário em Tiradentes, mas que tomando maiores proporções é digno de ser celebrado principalmente no estado berço do revolucionário. Acontecimentos em Ouro Preto, São João del-Rei e Tiradentes, principais locais por onde se deu a história do líder e do movimento da Inconfidência Mineira, movimentam o Estado de Minas Gerais. Tradicionalmente em Ouro Preto, há a entrega da medalha da Inconfidência pelo Governador de Minas. Esta solenidade acontece com a chegada do fogo simbólico a cavalo, que a partir do dia 15 de abril estará passando por um trajeto que envolve diversos municípios mineiros até a chegada na Praça de Ouro Preto onde haverá outras celebrações e exposições artístico-culturais sobre o herói mineiro. O município de São João Del Rei participa não só da passagem do fogo simbólico, mas também dos espetáculos que encenam parte da história vivenciada há dois séculos pela cidade. O município de Tiradentes, que carrega o nome do Inconfidente honrado nesta data, não podia faltar na sua celebração, na qual irá mobilizar grande parte da cidade com mostras de cinema, bandas com apresentações musicais e concertos, escolas com manifestações educativo-culturais e aposição de flores no monumento que honra o homenageado do dia. Nos demais municípios, há também celebrações de diversos caracteres como: apresentações de bandas municipais que geralmente executam o hino nacional, declamações de poesias, mostras de cinema e outras manifestações culturais que evocam esta data de mesma importância, relembrando a história e a cultura regional, o que remete a algumas das principais características mineiras, valores e tradição.
Minas, estado de grande riqueza de idéias, além, claro, de suas reconhecidas riquezas materiais, serviu de palco e cenário para grandes carnavais, para celebrações religiosas, também para lutas e revoluções e para formação e transformação de idéias. Além disso, serviu de berço para a formação de importantes figuras do cenário brasileiro, internacional e regional. É neste mesmo estado que o mineiro Tiradentes declarou “se dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria” e a entregou pelo Brasil, ao certo, por Minas também, onde depositou sua fé e vida.

FONTE:

*Texto elaborado pela Diretoria de Informação e Fomento da Superintendência de Ação Cultural. Entre em contato caso deseje conhecer as referências utilizadas. (31) 3269-1119

quinta-feira, 20 de abril de 2017

BANDA DA GUARDA CIVIL MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE COMPLETA 10 ANOS - SOLENIDADE CONTOU COM A PRESENÇA DO PREFEITO ALEXANDRE KALIL

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A GUARDA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE REALIZA IMPORTANTE TRABALHO JUNTO A SOCIEDADE BELORIZONTINA. A BANDA DE MÚSICA, NAS CORPORAÇÕES, COMO EXTENSÃO DO TRABALHO SOCIAL E DE PREVENÇÃO A CRIMINALIDADE TEM SIDO UMA FERRAMENTA EFICAZ ATRAVÉS DA MÚSICA DE PROJETOS SOCIAIS QUE APROXIMAM A SOCIEDADE DAS QUESTÕES DE SEGURANÇA PÚBLICA.

O PREFEITO DE BELO HORIZONTE - ALEXANDRE KALIL CUMPRIMENTA OS MÚSICOS DA GUARDA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE.

 O COMANDANTE PRATES FEZ USO DA PALAVRA E CUMPRIMENTOU TODOS OS PRESENTES E ENALTECEU A IMPORTÂNCIA DA BANDA DA GUARDA MUNICIPAL NO TRABALHO SOCIAL E DE SEGURANÇA PÚBLICA.






 GCM BRAZ - NA PESSOA DO QUAL CUMPRIMENTO OS VALOROSOS GUARDAS MUNICIPAIS DE BELO HORIZONTE - ABRAÇO DO GESTOR DO BLOG.
 GCM NELSON - JORNALISTA E MÚSICO
GCM CARLOS ROBERTO - MÚSICO E INSTRUMENTISTA, ESPELHO DA QUALIDADE DOS MÚSICOS DA GUARDA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE.
 OS SUBINSPETORES E REGENTES RECEBERAM UM CERTIFICADO REPRESENTANDO OS INTEGRANTES DA BANDA DE MÚSICA, PELA PASSAGEM DO ANIVERSÁRIO DOS DEZ ANOS DE EXISTÊNCIA.








 TENENTE SÍLVIO - PRIMEIRO REGENTE DA BANDA DE MUSICA DA GCM/BH FOI HOMENAGEADO JUNTO AOS INTEGRANTES DA BANDA.

 O  GCM BRAZ COMO SOLISTA EM ALGUMAS DAS APRESENTAÇÕES.



 O GCM CARLOS ROBERTO, NA GUITARRA, FAZ SOLO PARA A MÚSICA TEMA DO FILME DE ROQUE BALBOA, E PARA A MÚSICA DE PINK FLOYD, "THE WALL".

 A CADA NÚMERO MUSICAL A PLATÉIA APLAUDIA EFUSIVAMENTE.


















 O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DO MUNICÍPIO - PROFESSOR CLAUDIO BEATO CUMPRIMENTA O REGENTE - TENENTE SÍLVIO.
 O PREFEITO ALEXANDRE KALIL ASSINOU TERMO DE OFICIALIZAÇÃO DA GUARDA CIVIL MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE - AO FAZER USO DA PALAVRA, KALIL FALOU DA IMPORTÂNCIA DO CIDADÃO QUE VESTE FARDA PARA PROTEGER A SOCIEDADE. 




 O MESTRE DE CERIMÔNIA APRESENTOU O NOME DAS MÚSICAS QUE SERIAM EXECUTADAS, NO DECORRER DO EVENTO. COMO "MY WAY, de Frank Sinatra", BOLERO DE RAVEL, dentre outras maravilhosas apresentações.
 SARGENTO CLÁUDIO CASSIMIRO DIAS AO LADO DOS PROFESSORES GENILSON ZEFERINO E CLÁUDIO BEATO (MEUS ESTIMADOS PROFESSORES NO PÓS GRADUAÇÃO) E GESTORES PÚBLICOS DE ALTÍSSIMO QUILÁTE.
 SEGURANÇA PÚBLICA SE FAZ COM UM CONJUNTO DE AÇÕES, DENTRE ELES A IMAGEM DA CORPORAÇÃO.

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DEPUTADO SUBTENENTE GONZAGA É HOMENAGEADO NO JUBILEU DE OURO DA ASPRA

 FOTOS: JORNALISTA ANA PAULA Os 50 anos de fundação da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas...