Esmagado por elevador
Técnico em manutenção foi chamado para consertar porta
Um técnico em manutenção de elevadores foi encontrado morto ontem em um prédio residencial de luxo no bairro Sion, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. O corpo de Bruno César Araújo Bento, 25, estava em um espaço de 30 cm, entre a cabine do elevador e a parede.
Por volta das 14h de sábado, Bruno foi acionado pela empresa em que trabalha, a Atlas Schindler, para fazer um reparo em um dos elevadores do residencial Grand Canyon, que estava com a porta da cabine emperrada. Ao chegar no prédio de 12 andares, Bruno estacionou o carro da empresa e iniciou os trabalhos sem ser acompanhado por nenhum morador.
O técnico, que deveria ter saído do trabalho às 19h de sábado, foi encontrado 20 horas após seu desaparecimento. "Ele tinha que ter seguido para fazer um serviço em um outro prédio, mas ninguém se preocupou com o sumiço", disse Deret Fernando Alves Leme, de 24 anos, amigo da família.
Como ele não voltou para casa, familiares foram até o prédio e pediram ajuda para a polícia. Militares dos bombeiros tiveram que quebrar parte da parede do fosso para retirar o corpo. "Para entrar no prédio, tivemos que chamar a polícia. Nem mesmo os moradores sabiam se Bruno tinha saído de lá", contou o tio de Bruno, empresário Ediraldo Dias Araújo, de 52 anos. O técnico teve o corpo esmagado pelo elevador entre o sexto e sétimo andar. Nenhum morador quis falar sobre o caso.
Por volta das 14h de sábado, Bruno foi acionado pela empresa em que trabalha, a Atlas Schindler, para fazer um reparo em um dos elevadores do residencial Grand Canyon, que estava com a porta da cabine emperrada. Ao chegar no prédio de 12 andares, Bruno estacionou o carro da empresa e iniciou os trabalhos sem ser acompanhado por nenhum morador.
O técnico, que deveria ter saído do trabalho às 19h de sábado, foi encontrado 20 horas após seu desaparecimento. "Ele tinha que ter seguido para fazer um serviço em um outro prédio, mas ninguém se preocupou com o sumiço", disse Deret Fernando Alves Leme, de 24 anos, amigo da família.
Como ele não voltou para casa, familiares foram até o prédio e pediram ajuda para a polícia. Militares dos bombeiros tiveram que quebrar parte da parede do fosso para retirar o corpo. "Para entrar no prédio, tivemos que chamar a polícia. Nem mesmo os moradores sabiam se Bruno tinha saído de lá", contou o tio de Bruno, empresário Ediraldo Dias Araújo, de 52 anos. O técnico teve o corpo esmagado pelo elevador entre o sexto e sétimo andar. Nenhum morador quis falar sobre o caso.
Jovem ligou para namorada
O técnico em manutenção Bruno César Araújo Bento, de 25 anos, trabalhava há um ano para a empresa Atlas Schindler. Segundo o tio do rapaz, Ediraldo Dias Araújo, de 52, ele falou com a namorada minutos antes do acidente. "Ele era muito responsável. Nunca dormia fora de casa sem avisar uma pessoa da família. Esse era o hábito dele e dos irmãos", disse.
Familiares e amigos do técnico reclamam da postura da Atlas Schindler. "A empresa não sabia nem informar o que estava acontecendo. Nós procuramos pelo Bruno em hospitais e até em delegacias. Ela só se manifestou quando nós conseguimos localizar o endereço do serviço e chamamos a polícia", contou o amigo da família Sidney Corsino, de 35. A empresa não comentou a reclamação. (GS).
Fonte: Super.
Familiares e amigos do técnico reclamam da postura da Atlas Schindler. "A empresa não sabia nem informar o que estava acontecendo. Nós procuramos pelo Bruno em hospitais e até em delegacias. Ela só se manifestou quando nós conseguimos localizar o endereço do serviço e chamamos a polícia", contou o amigo da família Sidney Corsino, de 35. A empresa não comentou a reclamação. (GS).
Fonte: Super.

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