terça-feira, 12 de março de 2013

Mulher de 29 anos foi executada com um tiro

Menino acha a mãe morta
Publicado no Super Notícia
VINÍCIUS D´OLIVEIRA
FOTO: FOTOS DANIEL PROTZNER
Vizinhos entraram na casa e confirmaram que Marcilene estava morta
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Uma criança de 3 anos encontrou a mãe morta, ontem, na varanda da casa onde eles moravam, no bairro Primavera, na zona rural de São Joaquim de Bicas, na região metropolitana da capital. Segundo a Polícia Militar (PM), Marcilene Souza Ribeiro, de 29 anos, foi executada com um tiro na cabeça. O corpo dela foi descoberto pelos vizinhos depois que a criança acordou. Após perceber que a mãe estava sentada em uma cadeira e não se mexia, o menino começou a chorar. O choro contínuo dele chamou a atenção de uma vizinha de 71 anos. "Eu o ouvi berrando e, da cerca, perguntei se a mãe dele ainda estava dormindo. Ele, então, não respondeu, saiu da varanda e veio para a minha casa. Ele entrou e disse apenas que a mãe dele não queria acordar", contou.

Após o alerta da criança, outros moradores da rua Quatro entraram na casa e confirmaram que Marcilene estava morta. A perícia constatou que ela foi assassinada com um tiro de pistola calibre 38. "Não havia sinais de arrombamento no portão. É provável que o atirador conhecesse a vítima. Algumas pessoas disseram que ouviram um tiro durante a noite, e, depois, o barulho de uma moto", lembrou o cabo Gilberto Luís Gonçalves.

A PM informou que Marcilene já tinha passagens pela polícia por envolvimento com drogas. Ela morava em São Joaquim de Bicas há cerca de três meses e, conforme os vizinhos, era uma mulher tranquila e atenciosa com o filho. A vítima recebia uma pensão pela morte do marido e complementava a renda fazendo artesanato. As peças confeccionadas eram revendidas para os moradores da região.
Acerto de contas
Após a confirmação do crime, a Polícia Militar entrou em contato com a família de Marcilene Ribeiro. Alguns parentes dela foram até o local, lamentaram a morte e foram embora levando a criança de 3 anos.

A polícia não descarta a hipótese de que a artesã estivesse jurada de morte e teria se mudado para um local ermo, na zona rural de São Joaquim de Bicas, para se esconder.

Conforme os vizinhos, Marcilene não tinha familiares na cidade. Ela ainda teria confidenciado que decidiu se mudar de Sabará, no outro extremo da região metropolitana de Belo Horizonte, para buscar tranquilidade. As investigações podem apontar um acerto de contas relacionado ao passado da vítima. (VDO)

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