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Laudos foram lidos após fim de depoimentos de testemunhas
Enzo Menezes e Ramon Guerra, do R7 MG
| 05/03/2013 às 15h48
Um laudo pericial lido em plenário a
pedido da defesa de Bruno, na tarde desta terça-feira (5), atesta que
não foram encontrados vestígios de sangue nos cães rotweiller de Marcos
Aparecido dos Santos, o Bola. O exame foi feito após declarações dadas pelo primo de Bruno, Jorge Luiz Rosa,
que afirmou ter visto uma mão de Eliza ser atirada aos animais. Foram
usadas substâncias químicas para atestar a ausência de material humano
na pelagem e na boca dos cachorros.
O documento foi apresentado no salão do júri após a leitura da carta precatória enviada por Renata Garcia da Costa, que acompanhou o depoimento de Rosa à polícia. O relato de Renata marcou o fim das falas das testemunhas no julgamento.
No laudo, o perito faz ressalvas sobre o fato dos vestígios não terem sido encontrados. Segundo ele, no período de um mês, prazo entre a morte de Eliza e a análise das provas, os traços podem ter se perdido. Além disso, os rotweillers apresentavam infecções intestinais e a presença de pragas — tanto que dois filhotes acabaram morrendo por falta de cuidados, ao contrário do que afirmava Bola.
— O prazo decorrido entre morte e acesso da perícia aos cães foi de 29 dias, tempo suficiente para perda de vestígios na pelagem e para trânsito intestinal.
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Em seguida, serão exibidos vídeos aos jurados, contendo reportagens jornalísticas e arquivos gravados de depoimentos. A juíza Marixa Fabiane Rodrigues apontou que a "sessão de vídeos" vai durar 1h54.
Primeiro laudo
O laudo sobre os exames foi o segundo a ser lido no fórum nesta terça-feira (5). O primeiro deles foi assinado pelo diretor do IML de BH, João Batista Rodrigues, em 21 de julho de 2010 e aponta que não faz a análise concreta do caso, mas que a descrição apresentada pelo então adolescente é compatível com um caso de esganadura.
— O movimento de "gravata" em torno do pescoço e as reações da vítima, como "os olhos arregalados", a "boca espumando", a "reação instintiva" "são compatíveis" com a cena descrita por Jorge Luiz.
O documento foi apresentado no salão do júri após a leitura da carta precatória enviada por Renata Garcia da Costa, que acompanhou o depoimento de Rosa à polícia. O relato de Renata marcou o fim das falas das testemunhas no julgamento.
No laudo, o perito faz ressalvas sobre o fato dos vestígios não terem sido encontrados. Segundo ele, no período de um mês, prazo entre a morte de Eliza e a análise das provas, os traços podem ter se perdido. Além disso, os rotweillers apresentavam infecções intestinais e a presença de pragas — tanto que dois filhotes acabaram morrendo por falta de cuidados, ao contrário do que afirmava Bola.
— O prazo decorrido entre morte e acesso da perícia aos cães foi de 29 dias, tempo suficiente para perda de vestígios na pelagem e para trânsito intestinal.
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— O movimento de "gravata" em torno do pescoço e as reações da vítima, como "os olhos arregalados", a "boca espumando", a "reação instintiva" "são compatíveis" com a cena descrita por Jorge Luiz.
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